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Ator de Aquele Beijo se defende de acusação de roubo: “Isso não procede, é tudo calúnia”

Dona Maria José acusou em jornal Hugo Gross de usar dinheiro de venda de imóvel da família

(Foto: Divulgação/Globo)

Dona Maria José, de 80 anos, acusa o filho Hugo Gross de roubar R$ 400 mil da venda de um imóvel em Copacabana, no Rio de Janeiro. O ator está fora das telinhas desde 2011, quando participou da novela Aquele Beijo, da Globo. Ao R7 Gross revelou que tudo não passa de uma briga familiar, disse ainda que não tem um bom relacionamento com a mãe e desmentiu qualquer roubo.

— Isso não procede, é tudo calúnia! Ela sempre faz isso, essa história não é de hoje. Eu vou tomar as medidas cabíveis. Essa história que ela inventou sobre a venda do apartamento é mentirosa. Eu e minha mãe não nos damos bem, temos uma incompatibilidade.

O ator compõe a Diretoria Efetiva 2013-2016 do SATED-RJ (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro), é responsável pela diretoria de eventos da instituição e não quis entrar em mais detalhes sobre o drama familiar que vive.

Entenda o caso

Em entrevista ao jornal Extra, deste sábado (4), a aposentada diz que o filho vendeu um apartamento de R$ 700 mil e comprou outro para ela no valor de R$ 300 mil, na Barra da Tijuca.

— Tenho tudo documentado e queria que ele me ressarcisse de alguma maneira. Ele me expulsou da casa dele, me jogou aqui, nesse apartamento velho, sozinha, em setembro, e nunca mais veio me ver. Vivo de aposentadoria e estou passando necessidade. Ele contou para o corretor de imóvel, amigo nosso, que usou o dinheiro para pagar traficantes de drogas, agiotas e prostitutas. Meu filho é um drogado.

Dona Maria José teria dito ao jornal que o filho ficou internado em uma clínica para dependentes químicos no início do ano passado. Procurada pelo jornal Extra, a irmã do ator Claudia Gross confirmou as acusações da mãe e ainda contou que prestou queixa contra o irmão na 12ª DP de Copacabana, por conta de uma dívida de R$ 50 mil de Hugo.

— Comprei um carro em meu nome para ele, com a promessa de que ele me pagaria as prestações. No segundo mês, ele já não pagou mais. Depois falsificou documentos para se livrar de uma dívida de R$ 50 mil em multas.

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